Marquinhos Curumim
2008-09-04 15:50Fala galera,
Bom, essa semana não vou colocar um texto meu aqui no blog.
Um amigo me mandou uma poesia que ele mesmo fez, então pensei, porque não posta-la?
Bom aí vai para vocês “momentos de reflexão com Marquinhos Curumim”.
Todas as vezes que penso em escrever
Escrevo sem pensar
Apenas me deixo levar
se maçã fosse laranja
e melão melancia
os primos redondos
na bandeja oval
pena que um pobre guloso
acabará com o grande banquete celestial
a tampa na pia
a panela suja e vazia
foi almoço ou janta de um dia
a garrafa empoeirada
debaixo da escada
que festa boa foi naquele dia..
nasceu uma plantinha
no fundo do meu quintal
qual seria essa planta
e o porque de nascer solitária
pobre coitada
de tanto que tratei dela
quis tomar conta do meu quintal
Deixe, ela nasceu tão solitária
pobre coitada
lazarenta mau amada
só podia ter nascido solitária
de tanto que ficou folgada
foi tomando pra você da casa
sinto muito, sinto tanto
mas agora não me espanto com um machado afiado
corto seu pé sua raiz
é só dar a mão que quer o pé
dei o quintal já quis meu chalé
ó ó ó
se fudeu aqui o machado é de aço e muito afiado,
pobre coitada....
Marquinhos Curumim
———
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